Irmão Luiz

Irmão Luiz
Luiz Alberto Pinheiro da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2008 · último partido PSC
49 anos em 2008 · Masculino · Superior incompleto
Empresário
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Irmão Luiz (Luiz Alberto Pinheiro da Silva) disputou 3 eleições entre 2004 e 2008, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por BA: 1.981 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Itaberaba/BA, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 324 de outras campanhas, R$ 1 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 519), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 200) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 150). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 14 mil.

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Evolução da votação nas eleições

485 votos em 2008 · 3 eleições

A votação de Luiz Alberto Pinheiro da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Irmão Luiz declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006, e vereador em Itaberaba (BA) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 324 de outras campanhas, R$ 1 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 519) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 200). Em 2006, R$ 14 mil em gastos contratados.

Receitas em 2008R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados
Gastos em 2006R$ 14 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2008Vereador, Itaberaba (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 12% · empresas 49% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 51918,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2007,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1505,4%
  • PessoalR$ 1224,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil64,5%
2006Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 64% · empresas 25% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5003,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3452,5%
  • Despesas postaisR$ 1651,2%
  • Serviços de terceirosR$ 1331,0%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 350 lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil91,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892