Renato Costa

Foto de Renato Borges da Costa
Renato Costa
Renato Borges da Costa (nome civil)
8 eleições entre 1994 e 2012 · último partido DEM
71 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Renato Costa (Renato Borges da Costa) disputou 8 eleições entre 1994 e 2012, para vice-prefeito, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 1998 e 1994. A maior votação foi em 1996, para prefeito em Itabuna/BA: 31.850 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por BA, declarou R$ 171 mil em receitas: R$ 21 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 97 mil de doações privadas (29 doadores), R$ 17 mil de empresas e R$ 36 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 171 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 77 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 14 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 69 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

19.205 votos em 2010 · 8 eleições

A votação de Renato Borges da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 171 mil em receitas · R$ 171 mil em gastos contratados

Renato Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 171 mil em receitas: R$ 21 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 97 mil de doações privadas (29 doadores), R$ 17 mil de empresas e R$ 36 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 171 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 77 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil). Em 2006, R$ 69 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 171 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 171 milcontratados
Gastos em 2006R$ 69 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 171 mil
29 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 57% · empresas 10% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 171 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 77 mil45,0%
  • Materiais impressosR$ 24 mil14,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 14 mil8,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil6,8%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 381 lançados como "diversas a especificar"R$ 45 mil26,1%
2006Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 69 mil
24 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 52% · empresas 3% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 69 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 15 mil21,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil17,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil14,5%
  • Materiais impressosR$ 9 mil13,4%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 849 lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil33,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1994 e 1998

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892