- Serviços de terceirosR$ 26 mil39,1%
- Materiais impressosR$ 17 mil25,9%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 9 mil13,2%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil10,1%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 8 mil11,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luis Barradas Carneiro (Luis Alberto Barradas Carneiro) disputou 2 eleições entre 2006 e 2010, para deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2006 para deputado estadual por BA, declarou R$ 67 mil em receitas: R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 53 mil de empresas e R$ 4 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 26 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 9 mil).
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Luis Barradas Carneiro declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Bahia em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 67 mil em receitas: R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 53 mil de empresas e R$ 4 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 26 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.