- Impulsionamento de conteúdosR$ 165 mil30,4%
- Serviços de terceirosR$ 67 mil12,3%
- Materiais impressosR$ 45 mil8,3%
- Serviços contábeisR$ 39 mil7,2%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 146 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 227 mil41,8%

Segundo o Radar do Voto, Paulo Correa Jr (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 64.402 votos, pelo resultado oficial do TSE. Paulo Correa Jr (Paulo Alves Corrêa Junior) disputou 8 eleições entre 2002 e 2026, para deputado estadual, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2022, 2018 e 2014. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por SP: 64.402 votos. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, indicou R$ 113,6 milhões em 196 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 89 municípios; 68% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 580 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 329 mil do Fundo Partidário, R$ 50 mil de outras campanhas e R$ 52 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 543 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 165 mil), serviços de terceiros (R$ 67 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 45 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 700 mil em 2022 e R$ 601 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Alves Corrêa Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulo Correa Jr declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, e deputado estadual por São Paulo em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 580 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 329 mil do Fundo Partidário, R$ 50 mil de outras campanhas e R$ 52 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 543 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 165 mil) e serviços de terceiros (R$ 67 mil); R$ 468 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 700 mil em gastos; em 2018, 45% dos R$ 601 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Paulo Correa Jr indicou R$ 113,6 milhões em 196 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 89 municípios. Até a coleta de out/2026 na fonte, 68% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (62%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram São Vicente, Santos e Guarujá. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 103,1 milhões em 181 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 10,5 milhões em 15 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 32,4 milhões | R$ 5,6 milhões | 17% | 52 | 39 |
| 2025 | R$ 32,3 milhões | R$ 26,5 milhões | 82% | 81 | 59 |
| 2024 | R$ 27,5 milhões | R$ 24,8 milhões | 90% | 37 | 25 |
| 2023 | R$ 11 milhões | R$ 10,6 milhões | 96% | 11 | 8 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 103,1 milhões | R$ 67,5 milhões | 65% | 181 | 88 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: painel de emendas parlamentares do Governo do Estado de São Paulo, organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Coleta na fonte em out/2026. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.