Thamara Strelec (Thamara Caroline Strelec) disputou 4 eleições entre 2004 e 2012, para vereadora, vice-prefeita, deputada federal e prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para prefeita em Moji das Cruzes/SP: 21.561 votos. Na campanha de 2012 para vereadora em Moji das Cruzes/SP, declarou R$ 40 mil em receitas: R$ 14 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 27 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 8 mil.
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Evolução da votação nas eleições
2.380 votos em 2012 · 4 eleições
A votação de Thamara Caroline Strelec em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. FederalVereadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 40 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos contratados
Thamara Strelec declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por São Paulo em 2006, e vereadora em Moji das Cruzes (SP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 40 mil em receitas: R$ 14 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 27 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil). Em 2006, R$ 8 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 40 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 20 milcontratados
Gastos em 2006R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2012SUPLENTE2.380LMoji das Cruzes, São Paulo · 30 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PMDB · nº 15456 · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 2008NÃO ELEITO71.099LMoji das Cruzes, São Paulo · 26 anos · Superior completo · Publicitário · PSC · nº 23 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PHS / PPS / PP / PRP / PMN / PSC / PSB
Deputado Federal · 2006SUPLENTE10.373GSP · 24 anos · Superior incompleto · PDT · nº 1263 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2004NÃO ELEITO21.561LMoji das Cruzes, São Paulo · 22 anos · Superior incompleto · Estudante,bolsista, Estagiario e Assemelhados · PPS · nº 23 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.