Professor Luisinho Lgbti (Luís Carlos de Sales Pinto) disputou 4 eleições entre 2000 e 2020, para vereador, vice-prefeito e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Moji das Cruzes/SP: 1.016 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Moji das Cruzes/SP, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 350 de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e materiais de expediente (R$ 680).
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Evolução da votação nas eleições
88 votos em 2020 · 4 eleições
A votação de Luís Carlos de Sales Pinto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos
Professor Luisinho Lgbti declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Moji das Cruzes (SP) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 350 de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil).
Receitas em 2020R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 8 milcampanha encerrada; tudo pago
FEFC 32% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 64%
Gasto contratado
R$ 8 mil
tudo pago (100%)
PessoalR$ 4 mil57,6%
Materiais impressosR$ 2 mil21,1%
Materiais de expedienteR$ 6809,0%
Publicidade por carros de somR$ 5006,6%
Outras 4 categoriasinclui R$ 90 lançados como "diversas a especificar" e R$ 10 doados a outros candidatos e partidosR$ 4305,7%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE88LMoji das Cruzes, São Paulo · 59 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Fundamental · PSOL · nº 50512 · ver resultado completoprestação de contas
Vice-Prefeito · 2008NÃO ELEITO4.518LMoji das Cruzes, São Paulo · 47 anos · Superior completo · Professor de Ensino Fundamental · PSOL · nº 50 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Prefeito · 2004NÃO ELEITO1.016LMoji das Cruzes, São Paulo · 43 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PSTU · nº 16 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE1LMoji das Cruzes, São Paulo · 39 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PT · nº 13630 · ver resultado completo
Coligação: PT / PHS / PC do B
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.