Ivanci Vieira dos Santos

Foto de Ivanci Vieira dos Santos
Ivanci Vieira dos Santos
10 eleições entre 1996 e 2020 · PSTU
34 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE
Comparar

Professor Ivanci (Ivanci Vieira dos Santos) disputou 10 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para vereador em Diadema/SP: 655 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Diadema/SP, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 740 de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2018 (80% com publicidade por materiais impressos) e R$ 4 mil em 2016.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

360 votos em 2020 · 10 eleições

A votação de Ivanci Vieira dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 18 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos

Professor Ivanci declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2010 e 2018, e prefeito em Diadema (SP) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 740 de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2018, 80% dos R$ 3 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 53% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2020R$ 18 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 16 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2020Prefeito, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 89% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 7%
Gasto contratado
R$ 16 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços advocatíciosR$ 10 mil60,8%
  • Materiais impressosR$ 2 mil13,1%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil9,1%
  • Serviços contábeisR$ 2501,5%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil15,5%
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 63% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil80,0%
  • Locação de imóveisR$ 50020,0%
2016Prefeito, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 45% · pessoas 54% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil53,0%
  • Materiais impressosR$ 73619,3%
  • Locação de imóveisR$ 68317,9%
  • Serviços de terceirosR$ 3619,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 120,3%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Prefeito, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 65% · pessoas 26% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil61,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50013,3%
  • Serviços de terceirosR$ 50013,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3679,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 922,5%
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 44% · próprios 28% · outras 5%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2722,7%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 820,8%
  • AlimentaçãoR$ 590,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1menos de 0,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 20 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil95,9%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 508
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · próprios 97%
Gasto contratado
R$ 508
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 2 categoriasR$ 508100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Ivanci Vieira dos Santos (Professor Ivanci): candidaturas e votos · Radar do Voto