Dieb (Diab Taha) disputou 5 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Colina em 2020, 2016, 2004 e 2000; vereador de Colina em 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Colina/SP: 7.187 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Colina/SP, declarou R$ 120 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 43 mil do Fundo Partidário, R$ 58 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 115 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 35 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 10 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 23 mil, 46% com publicidade por adesivos.
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Evolução da votação nas eleições
6.274 votos em 2020 (eleito) · 5 eleições
A votação de Diab Taha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 120 mil em receitas · R$ 115 mil em gastos
Dieb declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Colina (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 120 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 43 mil do Fundo Partidário, R$ 58 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 115 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 35 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil). Em 2016, 46% dos R$ 23 mil em gastos contratados foram com publicidade por adesivos.
Receitas em 2020R$ 120 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 115 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 23 milcontratados, campanha encerrada
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil8,5%
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 1 mil4,3%
Outras 3 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil11,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 1996ELEITO411LColina, São Paulo · 34 anos · Dado Inexistente · PMDB · nº 15695 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.