Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Koreya (Marco Aurélio Gonçalves Nóbrega dos Santos) disputou 3 eleições entre 2004 e 2012, para vereador, vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Chavantes em 2012. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Chavantes/SP: 1.818 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Chavantes/SP, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 392 de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), publicidade por carros de som (R$ 800) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 540).
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Evolução da votação nas eleições
165 votos em 2012 (eleito) · 3 eleições
A votação de Marco Aurélio Gonçalves Nobrega dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados
Koreya declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Chavantes (SP) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 392 de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e publicidade por carros de som (R$ 800).
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 54015,6%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 50014,4%
Outras 1 categoriainclui R$ 90 lançados como "diversas a especificar"R$ 902,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2008NÃO ELEITO3.170LChavantes, São Paulo · 41 anos · Superior completo · Professor de Ensino Fundamental · PV · nº 25 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Prefeito · 2004NÃO ELEITO1.818LChavantes, São Paulo · 37 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PV · nº 43 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.