Paulo Sérgio Bongater Bassoli

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Paulo Sérgio Bongater Bassoli
4 eleições entre 2004 e 2014 · último partido PRB
54 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Empresário
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Paulo Bassoli (Paulo Sérgio Bongater Bassoli) disputou 4 eleições entre 2004 e 2014, para deputado federal, deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SP: 2.470 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por SP, declarou R$ 2 mil em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 14 mil em 2010 (100% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro) e R$ 16 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

766 votos em 2014 · 4 eleições

A votação de Paulo Sérgio Bongater Bassoli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Paulo Bassoli declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, e deputado federal por São Paulo em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 2 mil em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2010, 100% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro; em 2006, R$ 16 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 2 milcontratados
Gastos em 2010R$ 14 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil100,0%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 47% · empresas 47%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 14 mil100,0%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 63% · empresas 22% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação de imóveisR$ 3 mil19,0%
  • PessoalR$ 1 mil7,6%
  • Serviços de terceirosR$ 800,5%
  • Outras 7 categoriasR$ 12 mil72,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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