Victor Borges

Foto de Victor Ivo Geracino dos Santos Borges
Victor Borges
Victor Ivo Geracino dos Santos Borges (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2010 · último partido PC do B
27 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Empresário
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Victor Borges (Victor Ivo Geracino dos Santos Borges) disputou 3 eleições entre 2004 e 2010, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por SP: 1.406 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por SP, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 822), publicidade por materiais impressos (R$ 472) e pessoal (R$ 30). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil, 44% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.406 votos em 2010 · 3 eleições

A votação de Victor Ivo Geracino dos Santos Borges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados

Victor Borges declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Barretos (SP) em 2008, e deputado estadual por São Paulo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 822) e publicidade por materiais impressos (R$ 472). Em 2008, 44% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2010R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 4 milcontratados
Gastos em 2008R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido 69% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 82219,1%
  • Materiais impressosR$ 47211,0%
  • PessoalR$ 300,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 160,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil68,9%
2008Vereador, Barretos (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 8% · empresas 7% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil44,1%
  • PessoalR$ 2 mil31,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5008,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 941,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 84314,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892