Joao Minare

Foto de Joao Alberto Minare
Joao Minare
Joao Alberto Minare (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2012 · último partido PTB
69 anos em 2012 · Masculino · Ensino fundamental completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Joao Minare (João Alberto Minaré) disputou 5 eleições entre 1996 e 2012, para vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Barretos em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2004, para vereador em Barretos/SP: 1.530 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Barretos/SP, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com materiais de expediente (R$ 1 mil), serviços de terceiros (R$ 882) e publicidade por materiais impressos (R$ 759). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 61% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

642 votos em 2012 · 5 eleições

A votação de Joao Alberto Minare em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 6 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados

Joao Minare declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Barretos (SP) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com materiais de expediente (R$ 1 mil) e serviços de terceiros (R$ 882). Em 2008, 61% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2012R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 4 milcontratados
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Barretos (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 22% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais de expedienteR$ 1 mil34,0%
  • Serviços de terceirosR$ 88221,4%
  • Materiais impressosR$ 75918,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 42510,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 65715,9%
2008Vereador, Barretos (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 17% · pessoas menos de 1% · próprios 82%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 2 mil60,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3009,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 792,4%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 350 lançados como "diversas a especificar"R$ 92528,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892