- Materiais impressosR$ 18628,8%
- Outras 3 categoriasR$ 45971,2%
Renato Espassa disputou 5 eleições entre 2000 e 2012, para vereador, deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SP: 1.170 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Américo Brasiliense/SP, declarou R$ 645 em receitas: R$ 119 de outras campanhas e R$ 526 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 645, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 300), publicidade por materiais impressos (R$ 186) e baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 119). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 55% com publicidade por jornais e revistas.
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A votação de Renato Espassa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Renato Espassa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, e vereador em Américo Brasiliense (SP) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 645 em receitas: R$ 119 de outras campanhas e R$ 526 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 645, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 300) e publicidade por materiais impressos (R$ 186). Em 2006, 55% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.