Dr. Eduardo Gomes (PSB) teve 495 votos para deputado federal pelo Mato Grosso em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Dr. Eduardo Gomes (Eduardo Gomes Silva) disputou 12 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Alto Paraguai em 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MT: 3.123 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Alto Paraguai/MT, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 900 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 900, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 900). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 105 mil em 2022 e R$ 6 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
495 votos em 2026 · 12 eleições
A votação de Eduardo Gomes Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 2 mil em receitas · R$ 900 em gastos
Dr. Eduardo Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado federal por Mato Grosso em 2006, 2010 e 2022, prefeito em Alto Paraguai (MT) em 2008, 2016 e 2024, e vereador em Alto Paraguai (MT) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 900 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 900, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 900). Em 2022, R$ 105 mil em gastos; em 2020, 42% dos R$ 6 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2010—GMT · 56 anos · Superior completo · Odontólogo · PRB · nº 1000 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Prefeito · 1996ELEITO1.905LAlto Paraguai, Mato Grosso · 42 anos · Superior completo · Odontologo · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.