Victorio Galli Filho

Foto de Victorio Galli Filho
Victorio Galli Filho
6 eleições entre 2006 e 2026 · último partido PP
65 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior
redes informadas ao TSE
Comparar

Victório Galli (PP) ficou como suplente de deputado federal pelo Mato Grosso em 2026, com 12.454 votos, pelo resultado oficial do TSE. Victório Galli (Victório Galli Filho) disputou 6 eleições entre 2006 e 2026, para deputado federal e 1º suplente. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 2014. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MT: 64.691 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 34,5 milhões empenhados em 41 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 37 municípios; 86% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado federal por MT, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 125 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 910 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 209 mil) e publicidade por adesivos (R$ 48 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 719 mil em 2018 (42% com militância e mobilização de rua) e R$ 815 mil em 2014.

4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

12.454 votos em 2026 · 6 eleições

A votação de Victorio Galli Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1,2 milhão em gastos

Victório Galli declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Mato Grosso em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 125 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 910 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 209 mil). Em 2018, 42% dos R$ 719 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2014, 66% dos R$ 815 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2022R$ 1,2 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1,2 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 719 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
doações de pessoas
FEFC 90% · pessoas 10%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 910 mil74,3%
  • Materiais impressosR$ 209 mil17,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 48 mil3,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 21 mil1,7%
  • Outras 8 categoriasR$ 37 mil3,0%
2018Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 722 mil
18 doadores pessoas físicas
FEFC 5% · pessoas 90% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 719 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 301 mil41,9%
  • Materiais impressosR$ 160 mil22,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 116 mil16,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 82 mil11,4%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 24 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 59 mil8,2%
2014Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 815 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 65% · pessoas 6% · empresas 29% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 815 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 540 mil66,2%
  • Materiais impressosR$ 143 mil17,5%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 41 mil5,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil1,8%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 50 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 77 mil9,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 60 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 88% · pessoas 8% · empresas 2% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 60 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 49 mil80,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil6,2%
  • Serviços de terceirosR$ 3240,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 0menos de 0,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil12,7%
2006Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 61% · pessoas 39% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil21,2%
  • Materiais impressosR$ 3 mil18,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 390,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 10 mil60,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 34,5 milhões empenhados · 86% pago · 41 emendas em 37 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 01/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Victório Galli teve R$ 34,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 41 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 37 municípios. Já foram pagos R$ 29,6 milhões (86%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2015 a 2018 foi Saúde (67%). As cidades que mais receberam na legislatura 2015 a 2018 foram Cuiabá, Paranatinga e Poxoréu. Por legislatura: na legislatura 2015 a 2018, R$ 24,8 milhões em 25 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 9,7 milhões em 16 emendas.2

EmpenhadoR$ 34,5 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 29,6 milhões86% do empenhado, com restos a pagar
Emendas41individuais
Municípios37diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2015 a 2018)
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 10,9 milhõesR$ 8 milhões74%152
2018R$ 13,9 milhõesR$ 12,5 milhões90%1025
Legislatura 2015 a 2018R$ 24,8 milhõesR$ 20,5 milhões83%2526

Funções que mais receberam (2015 a 2018)

  1. 1SaúdeR$ 16,7 milhões67,4%
  2. 2UrbanismoR$ 3,4 milhões13,7%
  3. 3EducaçãoR$ 2,1 milhões8,3%

Municípios que mais receberam (2015 a 2018)

  1. 1CuiabáR$ 3,7 milhões14,9%
  2. 2ParanatingaR$ 1,1 milhão4,4%
  3. 3PoxoréuR$ 1 milhão4,0%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892