- PessoalR$ 387 mil24,2%
- Serviços de terceirosR$ 385 mil24,0%
- Militância e mobilização de ruaR$ 223 mil13,9%
- Serviços advocatíciosR$ 150 mil9,4%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 270 lançados como "diversas a especificar"R$ 457 mil28,5%
Sandy de Paula (UNIÃO) ficou como suplente de deputada federal pelo Mato Grosso em 2026, com 9.586 votos, pelo resultado oficial do TSE. Sandy de Paula (Sandy de Paula Alves Mainardes) disputou 4 eleições entre 2020 e 2026, para deputada federal, prefeita, deputada estadual e vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Juara em 2020. A maior votação foi em 2026, para deputada federal por MT: 9.586 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por MT, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,7 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 190 mil de outros recursos do partido e R$ 56 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com pessoal (R$ 387 mil), serviços de terceiros (R$ 385 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 223 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 352 mil em 2024 (55% com serviços de terceiros) e R$ 496 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sandy de Paula Alves Mainardes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sandy de Paula declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Juara (MT) em 2020, deputada estadual por Mato Grosso em 2022, prefeita em Juara (MT) em 2024, e deputada federal por Mato Grosso em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,7 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 190 mil de outros recursos do partido e R$ 56 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com pessoal (R$ 387 mil) e serviços de terceiros (R$ 385 mil); R$ 894 mil já foram pagos. Em 2024, 55% dos R$ 352 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2022, 46% dos R$ 496 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.