- Militância e mobilização de ruaR$ 23 mil34,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 11 mil16,6%
- Materiais impressosR$ 10 mil15,3%
- Serviços de terceirosR$ 10 mil15,1%
- Outras 6 categoriasR$ 12 mil18,8%
Marcinho Lacerda (MDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Mato Grosso em 2026, com 763 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marcinho Lacerda (Márcio Paes da Silva de Lacerda) disputou 7 eleições entre 2010 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Cáceres em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MT: 5.068 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MT, declarou R$ 73 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 23 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 11 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 72 mil em 2024 (41% com militância e mobilização de rua) e R$ 42 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcio Paes da Silva de Lacerda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcinho Lacerda declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso em 2010, 2014 e 2026, e vereador em Cáceres (MT) em 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 73 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 23 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 11 mil); R$ 34 mil já foram pagos. Em 2024, 41% dos R$ 72 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2016, R$ 42 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.