- Militância e mobilização de ruaR$ 75 mil53,7%
- PessoalR$ 48 mil34,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 11 mil8,1%
- Materiais impressosR$ 4 mil3,0%
- Outras 4 categoriasR$ 1 mil1,0%
Mabel (PSD) ficou como suplente de deputada estadual pelo Mato Grosso em 2026, com 2.089 votos, pelo resultado oficial do TSE. Mabel (Mabel de Fátima Melanezi Almici) disputou 4 eleições entre 2012 e 2026, para deputada estadual, deputada federal, prefeita e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: prefeita de Castanheira em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2022, para deputada federal por MT: 9.824 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por MT, declarou R$ 312 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 12 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 139 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 75 mil), pessoal (R$ 48 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 11 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 475 mil em 2022 (45% com pessoal) e R$ 41 mil em 2016.
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A votação de Mabel de Fátima Melanezi Almici em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mabel declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em Castanheira (MT) em 2012, prefeita em Castanheira (MT) em 2012 e 2016, deputada federal por Mato Grosso em 2022, e deputada estadual por Mato Grosso em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 312 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 12 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 139 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 75 mil) e pessoal (R$ 48 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2022, 45% dos R$ 475 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, R$ 41 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.