- Militância e mobilização de ruaR$ 72 mil37,7%
- Materiais impressosR$ 48 mil24,9%
- PessoalR$ 25 mil13,1%
- Publicidade por adesivosR$ 18 mil9,3%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 13 lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil15,0%
James Cabral (PT) ficou como suplente de deputado federal pelo Mato Grosso em 2026, com 12.376 votos, pelo resultado oficial do TSE. James Cabral (James Frank Mendes Cabral) disputou 4 eleições entre 2008 e 2026, para deputado federal, vice-prefeito, prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por MT: 12.376 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por MT, declarou R$ 132 mil em receitas: R$ 74 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 58 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 191 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 72 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil) e pessoal (R$ 25 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 79 mil em 2020 (43% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 6 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de James Frank Mendes Cabral em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
James Cabral declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Cáceres (MT) em 2008, prefeito em Cáceres (MT) em 2020, e deputado federal por Mato Grosso em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 132 mil em receitas: R$ 74 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 58 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 191 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 72 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil); R$ 7 mil já foram pagos. Em 2020, 43% dos R$ 79 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2008, R$ 6 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.