- Impulsionamento de conteúdosR$ 40 mil14,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 35 mil12,9%
- Serviços contábeisR$ 35 mil12,9%
- Materiais impressosR$ 29 mil10,8%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 56 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 132 mil48,7%
Carlos Sirena (PSDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Mato Grosso em 2026, com 11.727 votos, pelo resultado oficial do TSE. Carlos Sirena (Carlos Amadeu Sirena) disputou 3 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Juara em 2020; vice-prefeito de Juara em 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Juara/MT: 13.957 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MT, declarou R$ 354 mil em receitas: R$ 50 mil de outras campanhas, R$ 269 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 271 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 40 mil), militância e mobilização de rua (R$ 35 mil) e serviços contábeis (R$ 35 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 261 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Amadeu Sirena em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Carlos Sirena declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Juara (MT) em 2020, e deputado estadual por Mato Grosso em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 354 mil em receitas: R$ 50 mil de outras campanhas, R$ 269 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 271 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 40 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 35 mil); R$ 110 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 261 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.