- Materiais impressosR$ 56 mil43,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 47 mil36,3%
- Serviços advocatíciosR$ 15 mil11,6%
- Materiais de expedienteR$ 8 mil6,4%
- Outras 3 categoriasR$ 3 mil2,4%
Daniel do Lago (PSDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Mato Grosso em 2026, com 9.417 votos, pelo resultado oficial do TSE. Daniel do Lago (Daniel Rosa do Lago) disputou 3 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Porto Alegre do Norte em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por MT: 9.417 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MT, declarou R$ 301 mil em receitas, de doações privadas (14 doadores). Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 56 mil), militância e mobilização de rua (R$ 47 mil) e serviços advocatícios (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 134 mil em 2020 e R$ 104 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Daniel Rosa do Lago em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Daniel do Lago declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Porto Alegre do Norte (MT) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Mato Grosso em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 301 mil em receitas, de doações privadas (14 doadores). Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 56 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 47 mil); R$ 71 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 134 mil em gastos; em 2016, R$ 104 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.