- Impulsionamento de conteúdosR$ 150 mil34,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 67 mil15,4%
- Materiais impressosR$ 67 mil15,2%
- Serviços de terceirosR$ 43 mil9,7%
- Outras 9 categoriasR$ 111 mil25,4%
Kalynka Meirelles (PODE) ficou como suplente de deputada federal pelo Mato Grosso em 2026, com 33.561 votos, pelo resultado oficial do TSE. Kalynka Meirelles (Kalynka Barbara Meireles de Almeida Lissoni Nani) disputou 6 eleições entre 2016 e 2026, para deputada federal, vereadora e deputada estadual. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Rondonópolis em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2026, para deputada federal por MT: 33.561 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por MT, declarou R$ 518 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 31 mil do Fundo Partidário e R$ 87 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 438 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 150 mil), militância e mobilização de rua (R$ 67 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 67 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 99 mil em 2024 e R$ 412 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Kalynka Barbara Meireles de Almeida Lissoni Nani em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Kalynka Meirelles declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereadora em Rondonópolis (MT) em 2016, 2020 e 2024, deputada estadual por Mato Grosso em 2018, e deputada federal por Mato Grosso em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 518 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 31 mil do Fundo Partidário e R$ 87 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 438 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 150 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 67 mil); R$ 316 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 99 mil em gastos; em 2022, 46% dos R$ 412 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.