- PessoalR$ 17 mil60,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil24,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil10,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil4,2%
- Outras 1 categoriaR$ 2menos de 0,1%
Cide Machado (Cidney Machado Waltrick) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de São José do Cerrito em 2016, 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2004, para vereador em São José do Cerrito/SC: 686 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por SC pelo PSD. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SC, declarou R$ 71 mil em receitas: R$ 60 mil de outras campanhas e R$ 11 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com pessoal (R$ 17 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 3 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2016 (54% com cessão ou locação de veículos) e R$ 2 mil em 2012.
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A votação de Cidney Machado Waltrick em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cide Machado declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em São José do Cerrito (SC) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por Santa Catarina em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 71 mil em receitas: R$ 60 mil de outras campanhas e R$ 11 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com pessoal (R$ 17 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil); R$ 28 mil já foram pagos. Em 2016, 54% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2012, 52% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.