José Edson Filho

Foto de José Edson da Silva
José Edson Filho
José Edson da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2020 · último partido MDB
47 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, José Edson Filho (José Edson da Silva) disputou 3 eleições entre 2004 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Passo de Torres em 2020, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para vereador em Passo de Torres/SC: 248 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Passo de Torres/SC, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 960 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 960, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 600), pessoal (R$ 339) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 21). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 923, 70% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

228 votos em 2020 (eleito) · 3 eleições

A votação de José Edson da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 5 mil em receitas · R$ 960 em gastos

José Edson Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Passo de Torres (SC) em 2008 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 960 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 960, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 600) e pessoal (R$ 339). Em 2008, 70% dos R$ 923 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2020R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 960campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 923contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Passo de Torres (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 27% · pessoas 54% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 960
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 60062,5%
  • PessoalR$ 33935,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 212,2%
2008Vereador, Passo de Torres (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 923
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 923
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 64369,7%
  • Materiais impressosR$ 18019,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 10010,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892