Ronilda Becker Dallmann

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Ronilda Becker Dallmann
4 eleições entre 2004 e 2016 · PMDB
47 anos em 2016 · Feminino · Ensino médio completo
Comerciário
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Ronilda Becker Dallmann disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereadora em Turuçu/RS: 51 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Turuçu/RS, declarou R$ 377 em receitas: R$ 127 de outros recursos do partido e R$ 250 de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 377, principalmente com serviços de terceiros (R$ 250) e publicidade por materiais impressos (R$ 127). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 89 em 2012 (55% com publicidade por materiais impressos) e R$ 205 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

9 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Ronilda Becker Dallmann em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 377 em receitas · R$ 377 em gastos contratados

Ronilda Becker Dallmann declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Turuçu (RS) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 377 em receitas: R$ 127 de outros recursos do partido e R$ 250 de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 377, principalmente com serviços de terceiros (R$ 250) e publicidade por materiais impressos (R$ 127). Em 2012, 55% dos R$ 89 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 46% dos R$ 205 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 377campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 377contratados
Gastos em 2012R$ 89contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Turuçu (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 377
3 doadores pessoas físicas
partido 34% · pessoas 66%
Gasto contratado
R$ 377
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 25066,3%
  • Materiais impressosR$ 12733,7%
2012Vereadora, Turuçu (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 89
sem doações de pessoas
partido 55% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 89
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4955,4%
  • Materiais impressosR$ 4044,6%
2008Vereadora, Turuçu (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 205
sem doações de pessoas
partido 46% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 205
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9546,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 11053,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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