Neizinho (Ney da Silva Padilha) disputou 3 eleições entre 2000 e 2008, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Rosário do Sul em 2008 e 2004; vice-prefeito de Rosário do Sul em 2000. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Rosário do Sul/RS: 14.088 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Rosário do Sul/RS, declarou R$ 62 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 20 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 40 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 62 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 14 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 4 mil).
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Evolução da votação nas eleições
12.040 votos em 2008 (eleito) · 3 eleições
A votação de Ney da Silva Padilha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 62 mil em receitas · R$ 62 mil em gastos contratados
Neizinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Rosário do Sul (RS) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 62 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 20 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 40 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 62 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 14 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil).
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 14 mil23,3%
Materiais impressosR$ 9 mil15,3%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 4 mil5,9%
Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 3 mil4,9%
Outras 12 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 31 mil50,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2000ELEITO13.282LRosário do Sul, Rio Grande do Sul · 42 anos · Superior completo · Médico · PDT · nº 121 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PDT / PTB / PSB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.