Leonir Cardozo

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Leonir Cardozo
8 eleições entre 2000 e 2024 · último partido PL
61 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Cardozo (Leonir Cardozo) disputou 8 eleições entre 2000 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: vice-prefeito de Sarandi em 2024; prefeito de Sarandi em 2016 e 2008; prefeito de Liberato Salzano em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RS: 18.234 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Sarandi/RS, declarou R$ 117 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 38 mil de outros recursos do partido, R$ 53 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 73 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil), publicidade por adesivos (R$ 17 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 72 mil em 2016 e R$ 138 mil em 2014.

Vice-Prefeito · 2024
7.607
votos · Sarandi, Rio Grande do Sul · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

6.720 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Leonir Cardozo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 117 mil em receitas · R$ 73 mil em gastos

Cardozo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Sarandi (RS) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 117 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 38 mil de outros recursos do partido, R$ 53 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 73 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil) e publicidade por adesivos (R$ 17 mil). Em 2016, R$ 72 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 138 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 117 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 73 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 72 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Sarandi (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 117 mil
10 doadores pessoas físicas
FEFC 9% · partido 32% · pessoas 45% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 73 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 26 mil35,7%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil7,4%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil5,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil2,7%
  • Outras 7 categoriasR$ 36 mil48,8%
2016Prefeito, Sarandi (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 72 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 1% · partido 85% · pessoas 7% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 72 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil14,3%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil7,2%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil5,6%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil5,6%
  • PessoalR$ 1 mil1,4%
  • Outras 16 categoriasR$ 47 mil66,0%
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 138 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 36% · pessoas 32% · empresas 12% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 138 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 38 mil27,3%
  • PessoalR$ 31 mil22,4%
  • Serviços de terceirosR$ 20 mil14,5%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil2,6%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil2,5%
  • Outras 10 categoriasR$ 42 mil30,6%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Prefeito, Sarandi (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil71,7%
  • Locação de imóveisR$ 50014,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 50714,3%
2008Prefeito, Sarandi (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 61 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 61 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 61 mil100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2008, 2016 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Leonir Cardozo (Cardozo): candidaturas e votos · Radar do Voto