49 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio incompleto
Servidor Público Municipal
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jose Antonio (José Antônio Soares Rigon) disputou 3 eleições entre 2004 e 2012, para vice-prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em Itacurubi/RS: 112 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Itacurubi/RS, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 400 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 913), publicidade por materiais impressos (R$ 400) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 141).
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Evolução da votação nas eleições
89 votos em 2008 · 3 eleições
A votação de Jose Antonio Soares Rigon em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados
Jose Antonio declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Itacurubi (RS) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 400 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 913) e publicidade por materiais impressos (R$ 400).
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1417,2%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 703,6%
Outras 2 categoriasinclui R$ 28 lançados como "diversas a especificar"R$ 42821,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vice-Prefeito · 2012NÃO ELEITO1.081LItacurubi, Rio Grande do Sul · 49 anos · Ensino médio incompleto · Servidor Público Municipal · PP · nº 11 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Vereador · 2008SUPLENTE89LItacurubi, Rio Grande do Sul · 45 anos · Ensino médio completo · Servidor Público Municipal · PDT · nº 12412 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004SUPLENTE112LItacurubi, Rio Grande do Sul · 41 anos · Ensino médio incompleto · PDT · nº 12412 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.