Jorge Drumm

Foto de Jorge Luis Drumm
Jorge Drumm
Jorge Luis Drumm (nome civil)
5 eleições entre 2004 e 2022 · PSDB
53 anos em 2022 · Masculino · Superior incompleto
Empresário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jorge Drumm (Jorge Luis Drumm) disputou 5 eleições entre 2004 e 2022, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Gramado em 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RS: 24.665 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RS, declarou R$ 370 mil em receitas: R$ 216 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 500 do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outros recursos do partido e R$ 151 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 369 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 182 mil), serviços de terceiros (R$ 69 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 114 mil em 2010 e R$ 117 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

11.026 votos em 2022 · 5 eleições

A votação de Jorge Luis Drumm em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 370 mil em receitas · R$ 369 mil em gastos contratados

Jorge Drumm declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 370 mil em receitas: R$ 216 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 500 do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outros recursos do partido e R$ 151 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 369 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 182 mil) e serviços de terceiros (R$ 69 mil). Em 2010, R$ 114 mil em gastos contratados; em 2006, 47% dos R$ 117 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 370 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 369 milcontratados
Gastos em 2010R$ 114 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 370 mil
sem doações de pessoas
FEFC 58% · Fundo Partidário menos de 1% · partido menos de 1% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 369 mil
pago: R$ 367 mil (99%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 182 mil49,4%
  • Serviços de terceirosR$ 69 mil18,6%
  • Materiais impressosR$ 46 mil12,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 33 mil8,8%
  • Outras 8 categoriasR$ 39 mil10,7%
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 114 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 37% · empresas 60% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 114 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 17 mil15,0%
  • Materiais impressosR$ 15 mil13,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 15 mil12,7%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 5 mil4,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 62 mil54,1%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 49 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 51% · empresas 48%
Gasto contratado
R$ 117 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 55 mil47,3%
  • Serviços de terceirosR$ 25 mil21,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 22 mil18,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil6,5%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil6,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892