Sérgio Ghignatti disputou 4 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Cachoeira do Sul em 2016 e 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Cachoeira do Sul/RS: 25.493 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Cachoeira do Sul/RS, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 97 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 240 do Fundo Partidário, R$ 7 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 45 mil), publicidade por adesivos (R$ 7 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 69 mil em 2016 (40% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 60 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
9.215 votos em 2020 · 4 eleições
A votação de Sérgio Ghignatti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 107 mil em receitas · R$ 101 mil em gastos
Sérgio Ghignatti declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Cachoeira do Sul (RS) em 2008, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 97 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 240 do Fundo Partidário, R$ 7 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 45 mil) e publicidade por adesivos (R$ 7 mil). Em 2016, 40% dos R$ 69 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2008, R$ 60 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 107 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 101 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 69 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 3% · pessoas 40% · empresas 41% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 60 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 16 mil26,8%
Serviços de terceirosR$ 2 mil2,5%
Outras 10 categoriasinclui R$ 698 lançados como "diversas a especificar" e R$ 850 doados a outros candidatos e partidosR$ 43 mil70,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2020NÃO ELEITO9.215LCachoeira do Sul, Rio Grande do Sul · 74 anos · Branca · Superior completo · Médico · PL · nº 22 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.