Jovelino

Foto de Jovelino Francisco Zago
Jovelino
Jovelino Francisco Zago (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2016 · PMDB
57 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Agricultor
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jovelino (Jovelino Francisco Zago) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Barros Cassal em 2016; vereador de Barros Cassal em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Barros Cassal/RS: 3.827 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Barros Cassal/RS, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 254 do Fundo Partidário e R$ 7 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil), publicidade por adesivos (R$ 1 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil, 42% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

3.827 votos em 2016 (eleito) · 5 eleições

A votação de Jovelino Francisco Zago em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos contratados

Jovelino declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Barros Cassal (RS) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 254 do Fundo Partidário e R$ 7 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil) e publicidade por adesivos (R$ 1 mil). Em 2008, 42% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 8 milcontratados
Gastos em 2008R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Barros Cassal (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
8 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 3% · pessoas 97%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil45,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil15,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil13,2%
  • PessoalR$ 7509,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil16,2%
2008Prefeito, Barros Cassal (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
pessoas 27% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil42,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil29,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 541,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil27,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892