Neudo Campos (Neudo Ribeiro Campos) disputou 8 eleições entre 1990 e 2014, para governador, deputado federal, prefeito e senador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2006; governador em 1998 e 1994. A maior votação foi em 2010, para governador por RR: 105.707 votos. Na campanha de 2014 para governador por RR, declarou R$ 472 mil em receitas: R$ 114 mil de doações privadas (21 doadores), R$ 353 mil de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 472 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 146 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 92 mil) e publicidade por carros de som (R$ 41 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,5 milhões em 2010 e R$ 83 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
104.804 votos em 2010 · 8 eleições
A votação de Neudo Ribeiro Campos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 472 mil em receitas · R$ 472 mil em gastos contratados
Neudo Campos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Roraima em 2006, e governador por Roraima em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 472 mil em receitas: R$ 114 mil de doações privadas (21 doadores), R$ 353 mil de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 472 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 146 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 92 mil). Em 2010, R$ 2,5 milhões em gastos contratados; em 2006, R$ 83 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 472 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 472 milcontratados
Gastos em 2010R$ 2,5 milhõescontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 36% · pessoas 29% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 83 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 19 mil22,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil11,7%
Serviços de terceirosR$ 9 mil11,3%
Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil4,4%
Outras 7 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 42 mil49,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Governador · 2014—GRR · 68 anos · Branca · Superior completo · Engenheiro · PP · nº 11 · situação constava como inapto nos dados do TSE · ver a eleição
Governador · 19942º turnoELEITO47.277GRR · 48 anos · Superior completo · Engenheiro · PTB · nº 141 · ver resultado completo
Governador · 19941º turno2º TURNO35.805GRR · 48 anos · Superior completo · Engenheiro · PTB · nº 141 · ver resultado completo
Governador · 1990NÃO ELEITO3.025GRR · 44 anos · PRN · nº 36 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.