- Combustíveis e lubrificantesR$ 39 mil44,7%
- PessoalR$ 13 mil14,5%
- Serviços de terceirosR$ 11 mil12,7%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 10 mil11,5%
- Outras 5 categoriasR$ 14 mil16,6%
Miguel Sena (Miguel Sena Filho) disputou 5 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2006. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RO: 7.084 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por RO, declarou R$ 119 mil em receitas: R$ 52 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 67 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 87 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 39 mil), pessoal (R$ 13 mil) e serviços de terceiros (R$ 11 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 178 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Miguel Sena Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Miguel Sena declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rondônia em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 119 mil em receitas: R$ 52 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 67 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 87 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 39 mil) e pessoal (R$ 13 mil). Em 2006, R$ 178 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.