Rudi Romeu Naue

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Rudi Romeu Naue
6 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PPS
58 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Empresário
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Rudi Naue (Rudi Romeu Naue) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Colorado do Oeste em 2016, 2004 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RO: 938 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Colorado do Oeste/RO, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 500 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e pessoal (R$ 529). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 13 mil.

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Evolução da votação nas eleições

308 votos em 2016 (eleito) · 6 eleições

A votação de Rudi Romeu Naue em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 7 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos contratados

Rudi Naue declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rondônia em 2006, e vereador em Colorado do Oeste (RO) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 500 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2006, R$ 13 mil em gastos contratados.

Receitas em 2008R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 7 milcontratados
Gastos em 2006R$ 13 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2008Vereador, Colorado do Oeste (RO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 43% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil37,2%
  • Materiais impressosR$ 2 mil30,8%
  • PessoalR$ 5297,6%
  • Serviços de terceirosR$ 2002,9%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 12 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil21,6%
2006Deputado estadual, RondôniaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 55% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil29,4%
  • Materiais impressosR$ 2 mil17,0%
  • PessoalR$ 1 mil11,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1 mil7,7%
  • Outras 8 categoriasR$ 4 mil34,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1996, 2004 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885