Rocha Miranda (Francisco da Rocha Miranda) disputou 5 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2014; prefeito de Araguatins em 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por TO: 11.401 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Araguatins/TO, declarou R$ 190 mil em receitas: R$ 80 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 150 mil de doações privadas (26 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 176 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 44 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 38 mil) e publicidade por adesivos (R$ 28 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 340 mil em 2014 e R$ 145 mil em 2008.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
3.545 votos em 2020 · 5 eleições
A votação de Francisco da Rocha Miranda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2020: R$ 190 mil em receitas · R$ 176 mil em gastos
Rocha Miranda declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Araguatins (TO) em 2008 e 2020, e deputado estadual por Tocantins em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 190 mil em receitas: R$ 80 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 150 mil de doações privadas (26 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 176 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 44 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 38 mil). Em 2014, R$ 340 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 145 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 190 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 176 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 340 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 11% · pessoas menos de 1% · empresas 4% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 145 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por carros de somR$ 50 mil34,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 42 mil29,0%
Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil1,4%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 40menos de 0,1%
Outras 2 categoriasinclui R$ 25 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 51 mil35,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.