Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sonia Salvarani (Sonia Regina de Oliveira Salvarani) disputou 4 eleições entre 1996 e 2008, para vereadora e prefeita. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de Itapevi em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 1996, para prefeita em Itapevi/SP: 14.723 votos. Na campanha de 2008 para vereadora em Itapevi/SP, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 2 mil).
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Evolução da votação nas eleições
1.898 votos em 2008 (eleita) · 4 eleições
A votação de Sonia Regina de Oliveira Salvarani em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 23 mil em receitas · R$ 23 mil em gastos contratados
Sonia Salvarani declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Itapevi (SP) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil).
partido e outras campanhas 8% · pessoas 48% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 5 mil21,3%
Materiais impressosR$ 3 mil15,1%
Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil8,7%
Publicidade por carros de somR$ 7903,5%
Outras 8 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 101 doados a outros candidatos e partidosR$ 12 mil51,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2008ELEITO · MÉDIA1.898LItapevi, São Paulo · 58 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PTB · nº 14610 · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO1.190LItapevi, São Paulo · 50 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PTB · nº 14610 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PTB
Prefeito · 1996NÃO ELEITO14.723LItapevi, São Paulo · 46 anos · Dado Inexistente · PTB · nº 14 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.