- PessoalR$ 30 mil24,7%
- Serviços contábeisR$ 15 mil12,2%
- Materiais impressosR$ 6 mil4,8%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 5 mil4,4%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 53 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 66 mil54,0%
Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para deputado estadual pelo Rio de Janeiro, Paulo Mustrangi (PT) teve 1.573 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: indeferida com recurso). Esses votos não entram nos votos válidos. O resultado dessa candidatura depende da decisão final da Justiça Eleitoral sobre o registro. Paulo Mustrangi (Paulo Roberto Mustrangi de Oliveira) disputou 12 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Petrópolis em 2020; prefeito de Petrópolis em 2008; vereador de Petrópolis em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Petrópolis/RJ: 110.154 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 146 mil em receitas: R$ 130 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 16 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com pessoal (R$ 30 mil), serviços contábeis (R$ 15 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,3 milhão em 2014 e R$ 1,4 milhão em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Roberto Mustrangi de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulo Mustrangi declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, 2014 e 2026, e prefeito em Petrópolis (RJ) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 146 mil em receitas: R$ 130 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 16 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com pessoal (R$ 30 mil) e serviços contábeis (R$ 15 mil); R$ 98 mil já foram pagos. Em 2014, R$ 1,3 milhão em gastos contratados; em 2012, R$ 1,4 milhão em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.