Bruno Silva

Foto de Bruno Silva dos Santos
Bruno Silva
Bruno Silva dos Santos (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PL
49 anos em 2020 · Masculino · Superior incompleto
Jornalista e Redator
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Bruno Silva (Bruno Silva dos Santos) disputou 4 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Japeri em 2004. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Japeri/RJ: 22.824 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Japeri/RJ, declarou R$ 140 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 138 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 126 mil) e publicidade por adesivos (R$ 13 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 33 mil.

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Evolução da votação nas eleições

122 votos em 2020 (anulados) · 4 eleições

A votação de Bruno Silva dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 140 mil em receitas · R$ 138 mil em gastos

Bruno Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2010, e prefeito em Japeri (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 140 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 138 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 126 mil) e publicidade por adesivos (R$ 13 mil). Em 2010, R$ 33 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 140 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 138 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 33 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2020Prefeito, Japeri (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 140 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 138 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 126 mil90,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 13 mil9,2%
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 33 mil
doações de pessoas
pessoas 39% · empresas 61%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 13 mil37,7%
  • Materiais impressosR$ 3000,9%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 500,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 20 mil61,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892