- Militância e mobilização de ruaR$ 837 mil65,7%
- Materiais impressosR$ 271 mil21,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 45 mil3,5%
- PessoalR$ 25 mil2,0%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 9 mil0,7%
- Outras 6 categoriasR$ 87 mil6,8%
Célia Leão (Célia Camargo Leão Edelmuth) disputou 10 eleições entre 1994 e 2022, para deputada estadual, vice-prefeita e prefeita. Ela foi eleita 6 vezes: deputada estadual em 2014, 2010, 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 1996, para prefeita em Campinas/SP: 136.313 votos. Na campanha de 2022 para deputada estadual por SP, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 18 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 837 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 271 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 45 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 886 mil em 2018 (64% com serviços de terceiros) e R$ 777 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Célia Camargo Leão Edelmuth em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Célia Leão declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada estadual por São Paulo em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 18 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 837 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 271 mil). Em 2018, 64% dos R$ 886 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2014, 44% dos R$ 777 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.