- Materiais impressosR$ 10 mil31,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 9 mil29,4%
- Serviços de terceirosR$ 2 mil6,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 7002,2%
- Locação de imóveisR$ 2000,6%
- Outras 5 categoriasR$ 9 mil29,8%
Dr Paulo (Paulo Roberto Roitberg) disputou 6 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Caçapava em 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SP: 17.575 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Caçapava/SP, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 111 de outros recursos do partido e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil), militância e mobilização de rua (R$ 9 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 135 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Roberto Roitberg em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr Paulo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Caçapava (SP) em 2008, e vereador em Caçapava (SP) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 111 de outros recursos do partido e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 9 mil). Em 2008, R$ 135 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.