Walmir do Jornal (Walmir Pontes da Silva) disputou 3 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1996, para prefeito em Cajati/SP: 2.214 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Cajati/SP, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 500 de outros recursos do partido, R$ 13 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil), baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 3 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 17 mil, 48% com pessoal.
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Evolução da votação nas eleições
750 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Walmir Pontes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 17 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos contratados
Walmir do Jornal declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Cajati (SP) em 2008, e prefeito em Cajati (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 500 de outros recursos do partido, R$ 13 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil) e baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 3 mil). Em 2008, 48% dos R$ 17 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2016R$ 17 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 17 milcontratados
Gastos em 2008R$ 17 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 52% · pessoas 20% · empresas 28%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 8 mil48,4%
Materiais impressosR$ 7704,6%
Serviços de terceirosR$ 4202,5%
Outras 6 categoriasinclui R$ 4 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 7 mil44,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 1996NÃO ELEITO2.214LCajati, São Paulo · 38 anos · Dado Inexistente · PTB · nº 14 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.