Schiavinato (José Carlos Schiavinato) disputou 4 eleições entre 2004 e 2018, para deputado federal, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2018; deputado estadual em 2014; prefeito de Toledo em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por PR: 75.540 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 32,2 milhões empenhados em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2021, para 34 municípios; 96% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por PR, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 71 mil de doações privadas (25 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 360 mil), pessoal (R$ 327 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 151 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 486 mil em 2014 e R$ 27 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
75.540 votos em 2018 (eleito) · 4 eleições
A votação de Jose Carlos Schiavinato em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2018: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1,1 milhão em gastos
Schiavinato declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Toledo (PR) em 2008, deputado estadual por Paraná em 2014, e deputado federal por Paraná em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 71 mil de doações privadas (25 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 360 mil) e pessoal (R$ 327 mil). Em 2014, R$ 486 mil em gastos contratados; em 2008, 100% dos R$ 27 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Receitas em 2018R$ 1,2 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1,1 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 486 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 71% · pessoas 11% · empresas 18%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Outras 1 categoriaR$ 27 mil100,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 32,2 milhões empenhados · 96% pago · 27 emendas em 34 municípios
Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263
Na Câmara dos Deputados, Schiavinato teve R$ 32,2 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2021 (legislatura 2019 a 2022), para 34 municípios. Já foram pagos R$ 31 milhões (96%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Bituruna, Matelândia e Irati.2
EmpenhadoR$ 32,2 milhõesorçamentos de 2020 a 2021
PagoR$ 31 milhões96% do empenhado, com restos a pagar
Emendas27individuais
Municípios34diferentes
Por ano do orçamento
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2021
R$ 16,3 milhões
R$ 16,1 milhões
99%
3
6
2020
R$ 15,9 milhões
R$ 14,4 milhões
90%
24
28
Total
R$ 32,2 milhões
R$ 30,5 milhões
95%
27
34
Funções que mais receberam
1SaúdeR$ 16,1 milhões50,0%
2Encargos EspeciaisR$ 12,5 milhões38,7%
3AgriculturaR$ 2,7 milhões8,2%
Municípios que mais receberam
1BiturunaR$ 8,1 milhões25,3%
2MatelândiaR$ 541 mil1,7%
3IratiR$ 521 mil1,6%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
4
Candidaturas
4 candidaturas · eleito em 2008, 2014 e 2018
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2018ELEITO · MÉDIA75.540GPR · 64 anos · Branca · Superior completo · Engenheiro · PP · nº 1122 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.