Yeda Rorato Crusius

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Yeda Rorato Crusius
9 eleições entre 1994 e 2018 · PSDB
74 anos em 2018 · Feminino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE
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Yeda Crusius (Yeda Rorato Crusius) disputou 9 eleições entre 1994 e 2018, para deputada federal, governadora e prefeita. Ela foi eleita 4 vezes: governadora em 2006; deputada federal em 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2006, para governadora por RS: 3.377.973 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 29,8 milhões empenhados em 16 emendas individuais aos orçamentos de 2018 a 2019, para 66 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputada federal por RS, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 116 mil de doações privadas (66 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1 milhão), serviços de terceiros (R$ 372 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 216 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 817 mil em 2014 (43% com pessoal) e R$ 12,6 milhões em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

37.549 votos em 2018 · 9 eleições

A votação de Yeda Rorato Crusius em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoGovernador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 2,3 milhões em receitas · R$ 2 milhões em gastos

Yeda Crusius declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: governadora por Rio Grande do Sul em 2006 e 2010, e deputada federal por Rio Grande do Sul em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 116 mil de doações privadas (66 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1 milhão) e serviços de terceiros (R$ 372 mil). Em 2014, 43% dos R$ 817 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2010, R$ 12,6 milhões em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 2,3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 2 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 817 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2018Deputada federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,3 milhões
66 doadores pessoas físicas
FEFC 94% · Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 5% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2 milhões
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 1 milhão51,6%
  • Serviços de terceirosR$ 372 mil18,5%
  • Materiais impressosR$ 216 mil10,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 95 mil4,8%
  • Outras 15 categoriasR$ 289 mil14,4%
2014Deputada federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 810 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 53% · pessoas 7% · empresas 35% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 817 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 350 mil42,8%
  • Materiais impressosR$ 111 mil13,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 85 mil10,4%
  • Serviços de terceirosR$ 58 mil7,0%
  • Outras 19 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 214 mil26,1%
2010Governadora, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9,1 milhões
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 30% · pessoas menos de 1% · empresas 70%
Gasto contratado
R$ 12,6 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4,1 milhões32,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3,8 milhões30,2%
  • Materiais impressosR$ 2 milhões15,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 674 mil5,4%
  • Outras 21 categoriasinclui R$ 106 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 milhões16,1%
Ver a campanha anterior
2006Governadora, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6,2 milhões
21 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 29% · pessoas 2% · empresas 66% · próprios menos de 1% · outras 3%
Gasto contratado
R$ 6,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 milhões31,9%
  • Materiais impressosR$ 1,3 milhão21,4%
  • Serviços de terceirosR$ 372 mil6,0%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 314 mil5,0%
  • Outras 23 categoriasinclui R$ 43 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2,2 milhões35,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 29,8 milhões empenhados · 95% pago · 16 emendas em 66 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263

Na Câmara dos Deputados, Yeda Crusius teve R$ 29,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 16 emendas individuais aos orçamentos de 2018 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 66 municípios. Já foram pagos R$ 28,2 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Três Cachoeiras, Porto Alegre e Taquaruçu do Sul.2

EmpenhadoR$ 29,8 milhõesorçamentos de 2018 a 2019
PagoR$ 28,2 milhões95% do empenhado, com restos a pagar
Emendas16individuais
Municípios66diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 15,4 milhõesR$ 14,2 milhões92%1013
2018R$ 14,3 milhõesR$ 13,7 milhões95%657
TotalR$ 29,7 milhõesR$ 27,9 milhões94%1666

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 14,9 milhões49,9%
  2. 2AgriculturaR$ 6,9 milhões23,2%
  3. 3UrbanismoR$ 2,9 milhões9,7%

Municípios que mais receberam

  1. 1Três CachoeirasR$ 3,8 milhões12,8%
  2. 2Porto AlegreR$ 2,7 milhões9,2%
  3. 3Taquaruçu do SulR$ 1,4 milhão4,6%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

9 candidaturas · eleita em 1998, 2002 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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