Carlos Eduardo Vieira da Cunha

Foto de Carlos Eduardo Vieira da Cunha
Carlos Eduardo Vieira da Cunha
10 eleições entre 1994 e 2026 · PDT
66 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Civil Aposentado
redes informadas ao TSE
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Vieira da Cunha (Carlos Eduardo Vieira da Cunha) disputou 9 eleições entre 1994 e 2022, para governador, deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2010 e 2006; deputado estadual em 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2014, para governador por RS: 263.062 votos. Em 2026, concorre a 1º suplente por RS pelo PDT. Na campanha de 2022 para governador por RS, declarou R$ 5,3 milhões em receitas: R$ 5,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 56 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5,3 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,6 milhão), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1,1 milhão) e serviços de terceiros (R$ 1,1 milhão). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,1 milhões em 2014 e R$ 925 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

101.611 votos em 2022 · 10 eleições · 2026 em disputa

A votação de Carlos Eduardo Vieira da Cunha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. FederalGovernadorSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 5,3 milhões em receitas · R$ 5,3 milhões em gastos

Vieira da Cunha declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006 e 2010, e governador por Rio Grande do Sul em 2014 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 5,3 milhões em receitas: R$ 5,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 56 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5,3 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,6 milhão) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1,1 milhão). Em 2014, R$ 2,1 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 925 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 5,3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 5,3 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 2,1 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2022Governador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5,3 milhões
3 doadores pessoas físicas
FEFC 99% · pessoas 1%
Gasto contratado
R$ 5,3 milhões
tudo pago (100%)
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1,1 milhão21,3%
  • Serviços de terceirosR$ 1,1 milhão20,7%
  • Materiais impressosR$ 491 mil9,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 165 mil3,1%
  • PessoalR$ 66 mil1,2%
  • Outras 19 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 140 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 2,3 milhões44,3%
2014Governador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,1 milhões
115 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 13% · partido e outras campanhas 45% · pessoas 8% · empresas 33% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2,1 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 617 mil29,1%
  • Serviços de terceirosR$ 324 mil15,3%
  • Locação de imóveisR$ 62 mil2,9%
  • PessoalR$ 39 mil1,8%
  • Locação de imóveisR$ 30 mil1,4%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 milhão49,4%
2010Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 885 mil
54 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 3% · partido e outras campanhas 31% · pessoas 2% · empresas 55% · próprios menos de 1% · outras 9%
Gasto contratado
R$ 925 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 237 mil25,7%
  • PessoalR$ 95 mil10,3%
  • Materiais impressosR$ 84 mil9,0%
  • Locação de imóveisR$ 21 mil2,3%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 40 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 488 mil52,7%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 528 mil
82 doadores pessoas físicas
partido 9% · pessoas 27% · empresas 60% · próprios 1% · outras 2%
Gasto contratado
R$ 520 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 127 mil24,4%
  • Materiais impressosR$ 69 mil13,3%
  • Locação de imóveisR$ 20 mil3,9%
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil2,3%
  • Outras 19 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 292 mil56,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2010 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885