Segundo o Radar do Voto, Yves Ribeiro (MDB) ficou como suplente de deputado federal por Pernambuco em 2026, com 4.369 votos, pelo resultado oficial do TSE. Yves Ribeiro (Yves Ribeiro de Albuquerque) disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Paulista em 2020, 2008 e 2004; prefeito de Igarassu em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Paulista/PE: 83.858 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PE, declarou R$ 671 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Partidário, R$ 40 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 31 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 551 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 310 mil), publicidade por carros de som (R$ 50 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 44 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 663 mil em 2020 e R$ 166 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
4.369 votos em 2026 · 8 eleições
A votação de Yves Ribeiro de Albuquerque em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 671 mil em receitas · R$ 551 mil em gastos contratados
Yves Ribeiro declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Paulista (PE) em 2008 e 2020, deputado estadual por Pernambuco em 2014, prefeito em Igarassu (PE) em 2016, e deputado federal por Pernambuco em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 671 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Partidário, R$ 40 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 31 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 551 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 310 mil) e publicidade por carros de som (R$ 50 mil); R$ 189 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 663 mil em gastos; em 2016, R$ 166 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 671 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 551 milcontratados, parcial; R$ 189 mil pagos
Gastos em 2020R$ 663 milcampanha encerrada; tudo pago
partido 49% · pessoas 22% · empresas 13% · próprios 4% · outras 11%
Gasto contratado
R$ 263 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 68 mil25,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 42 mil15,9%
Materiais impressosR$ 41 mil15,7%
Cessão ou locação de veículosR$ 20 mil7,7%
Outras 5 categoriasR$ 91 mil34,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.