Luiz Celestino de Paula

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Luiz Celestino de Paula
5 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PTB
64 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Agricultor
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Fião (Luiz Celestino de Paula) disputou 5 eleições entre 1996 e 2020, para vice-prefeito, vereador e prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: vice-prefeito de Nova Fátima em 2020, 2016 e 2012; vereador de Nova Fátima em 2016; prefeito de Nova Fátima em 1996. A maior votação foi em 1996, para prefeito em Nova Fátima/PR: 2.481 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Nova Fátima/PR, declarou R$ 610 em receitas: R$ 530 de doações privadas (4 doadores) e R$ 80 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 610, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 310). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 13 mil.

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Evolução da votação nas eleições

291 votos em 2016 (eleito) · 5 eleições

A votação de Luiz Celestino de Paula em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 610 em receitas · R$ 610 em gastos contratados

Fião declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Nova Fátima (PR) em 2008, e vereador em Nova Fátima (PR) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 610 em receitas: R$ 530 de doações privadas (4 doadores) e R$ 80 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 610, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 310). Em 2008, R$ 13 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 610campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 610contratados
Gastos em 2008R$ 13 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Nova Fátima (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 610
4 doadores pessoas físicas
pessoas 87% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 610
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 31050,8%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 30049,2%
2008Prefeito, Nova Fátima (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
18 doadores pessoas físicas
pessoas 90% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 3 mil23,9%
  • Materiais impressosR$ 2 mil13,0%
  • Locação de imóveisR$ 6004,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 7 mil58,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Luiz Celestino de Paula (Fião): candidaturas e votos · Radar do Voto