Ari Eduardo Stroher

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Ari Eduardo Stroher
6 eleições entre 1994 e 2016 · último partido PMDB
65 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Empresário
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Ari Stroher (Ari Eduardo Stroher) disputou 6 eleições entre 1994 e 2016, para vice-prefeito, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Mandaguari em 2016; prefeito de Mandaguari em 2004 e 2000. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por PR: 9.494 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Mandaguari/PR, declarou R$ 145 mil em receitas: R$ 59 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 22 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 62 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 145 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 74 mil), pessoal (R$ 30 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil).

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Evolução da votação nas eleições

8.415 votos em 2008 · 6 eleições

A votação de Ari Eduardo Stroher em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 145 mil em receitas · R$ 145 mil em gastos contratados

Ari Stroher declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Mandaguari (PR) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 145 mil em receitas: R$ 59 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 22 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 62 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 145 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 74 mil) e pessoal (R$ 30 mil).

Receitas em 2008R$ 145 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 145 milcontratados
Campanhas12008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2008Prefeito, Mandaguari (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 145 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 41% · pessoas 15% · empresas menos de 1% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 145 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 30 mil21,0%
  • Materiais impressosR$ 17 mil11,5%
  • Serviços de terceirosR$ 11 mil7,6%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 87 mil59,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Ari Eduardo Stroher (Ari Stroher): candidaturas e votos · Radar do Voto