Pastor Arnaldo Barros (PDT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Acre em 2026, com 594 votos, pelo resultado oficial do TSE. Pastor Arnaldo Barros (José Arnaldo da Silva Barros) disputou 11 eleições entre 2006 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Rio Branco em 2020. A maior votação foi em 2020, para vereador em Rio Branco/AC: 2.132 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AC, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 19 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de doações privadas. Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 100 mil em 2024 (50% com serviços de terceiros) e R$ 150 mil em 2022.
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A votação de Jose Arnaldo da Silva Barros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Pastor Arnaldo Barros declarou receitas e gastos ao TSE em 11 campanhas: deputado estadual por Acre em 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026, e vereador em Rio Branco (AC) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 19 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de doações privadas. Em 2024, 50% dos R$ 100 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2022, 67% dos R$ 150 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.