Manoel Kaxinawa

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Manoel Kaxinawa
2 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PT
46 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Agricultor
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Siã Kaxinawá (PT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Acre em 2026, com 1.472 votos, pelo resultado oficial do TSE. Siã Kaxinawá (Manoel Kaxinawá) disputou 2 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Santa Rosa em 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por AC: 1.472 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AC, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 16 mil de outros recursos do partido. Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 83% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

1.472 votos em 2026 · 2 eleições

A votação de Manoel Kaxinawa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 36 mil em receitas

Siã Kaxinawá declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Santa Rosa (AC) em 2016, e deputado estadual por Acre em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 16 mil de outros recursos do partido. Em 2016, 83% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 36 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2026parcialDeputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
sem doações de pessoas
FEFC 56% · partido 44%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Santa Rosa (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido 17% · pessoas 83%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil83,3%
  • Materiais impressosR$ 46015,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 401,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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