Moises Diniz Lima

Foto de Moises Diniz Lima
Moises Diniz Lima
8 eleições entre 1994 e 2026 · último partido PSD
63 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
redes informadas ao TSE
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Moisés Diniz (PSD) ficou como suplente de deputado estadual pelo Acre em 2026, com 2.682 votos, pelo resultado oficial do TSE. Moisés Diniz (Moisés Diniz Lima) disputou 8 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2010, 2006 e 2002. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por AC: 13.738 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 25,8 milhões empenhados em 41 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2018, para 40 municípios; 82% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AC, declarou R$ 10 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 117 mil em 2014 (78% com cessão ou locação de veículos) e R$ 88 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

2.682 votos em 2026 · 8 eleições

A votação de Moises Diniz Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 10 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos contratados

Moisés Diniz declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Acre em 2006, 2010, 2022 e 2026, e deputado federal por Acre em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 10 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2014, 78% dos R$ 117 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2010, R$ 88 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 10 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 12 milcontratados, parcial; R$ 0 pagos
Gastos em 2014R$ 117 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 12 mil
pago até agora: R$ 0 (0%)
  • Materiais impressosR$ 12 mil100,0%
2022Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2014Deputado federal, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 118 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 21% · pessoas 4% · empresas menos de 1% · próprios 75%
Gasto contratado
R$ 117 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 92 mil78,1%
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil10,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil7,0%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil4,3%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 247 lançados como "diversas a especificar"R$ 3510,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 88 mil
51 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 37% · pessoas 42% · empresas 21%
Gasto contratado
R$ 88 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil16,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil13,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil9,6%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 2 mil2,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 52 mil58,6%
2006Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 51 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 61% · pessoas 30% · empresas 9%
Gasto contratado
R$ 51 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil23,5%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 6 mil10,7%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 5 mil10,2%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil6,8%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 25 mil48,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 25,8 milhões empenhados · 82% pago · 41 emendas em 40 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 01/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Moisés Diniz teve R$ 25,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 41 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2018 (legislatura 2015 a 2018), para 40 municípios. Já foram pagos R$ 21,1 milhões (82%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (49%). As cidades que mais receberam foram Rio Branco, Mâncio Lima e Brasiléia.2

EmpenhadoR$ 25,8 milhõesorçamentos de 2017 a 2018
PagoR$ 21,1 milhões82% do empenhado, com restos a pagar
Emendas41individuais
Municípios40diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2018R$ 14,3 milhõesR$ 10,6 milhões74%2017
2017R$ 11,1 milhõesR$ 10,2 milhões91%2031
TotalR$ 25,5 milhõesR$ 20,7 milhões81%4040

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 12,7 milhões49,2%
  2. 2AgriculturaR$ 5 milhões19,6%
  3. 3EducaçãoR$ 2,8 milhões10,9%

Municípios que mais receberam

  1. 1Rio BrancoR$ 5,4 milhões20,8%
  2. 2Mâncio LimaR$ 2 milhões7,8%
  3. 3BrasiléiaR$ 742 mil2,9%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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